'NADA E TUDO'
Nada e tudo são ao mesmo tempo
Igual mundo fechado e aberto
Quando um se põe a descoberto
Logo outro se opõe ao seu intento
Nada é assim, do tudo, um pouco
Que se sente vazio nesse tudo
Calando-se a alma no corpo mudo
E o universo nesse ser louco
Acenda-se a luz no breu intenso
Que o sonho vai alto mas já sem rumo
Olhos fechados no longe imenso
Sempre que se vê a porta trancada
O nada é tudo, denso de fumo
No tempo perdido que só foi nada.
Paulo Filipe
Nada e tudo são ao mesmo tempo
Igual mundo fechado e aberto
Quando um se põe a descoberto
Logo outro se opõe ao seu intento
Nada é assim, do tudo, um pouco
Que se sente vazio nesse tudo
Calando-se a alma no corpo mudo
E o universo nesse ser louco
Acenda-se a luz no breu intenso
Que o sonho vai alto mas já sem rumo
Olhos fechados no longe imenso
Sempre que se vê a porta trancada
O nada é tudo, denso de fumo
No tempo perdido que só foi nada.
Paulo Filipe
Nada e tudo são ao mesmo tempo
Igual mundo fechado e aberto
Quando um se põe a descoberto
Logo outro se opõe ao seu intento
Nada é assim, do tudo, um pouco
Que se sente vazio nesse tudo
Calando-se a alma no corpo mudo
E o universo nesse ser louco
Acenda-se a luz no breu intenso
Que o sonho vai alto mas já sem rumo
Olhos fechados no longe imenso
Sempre que se vê a porta trancada
O nada é tudo, denso de fumo
No tempo perdido que só foi nada.
Paulo Filipe
Nada e tudo são ao mesmo tempo
Igual mundo fechado e aberto
Quando um se põe a descoberto
Logo outro se opõe ao seu intento
Nada é assim, do tudo, um pouco
Que se sente vazio nesse tudo
Calando-se a alma no corpo mudo
E o universo nesse ser louco
Acenda-se a luz no breu intenso
Que o sonho vai alto mas já sem rumo
Olhos fechados no longe imenso
Sempre que se vê a porta trancada
O nada é tudo, denso de fumo
No tempo perdido que só foi nada.
Paulo Filipe

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